O S-Commerce na prática: Como as empresas têm empregado as redes sociais para influenciar as compras dos consumidores.

Imagine que um dia, você esteja procurando por uma câmera fotográfica na internet. Como qualquer busca na internet, você vai ao Google, digita o termo e acessa à loja que aparece em primeiro lugar na lista de resultados. Assim como diversos usuários, você está com outras várias abas abertas no navegador e logado em seu facebook enquanto realiza a busca por aquele produto. Você então finalmente se interessa por uma câmera. Como qualquer pessoa no ato da compra, mesmo com descrição, testemunhos, votação e toda a gama de informações que a internet oferece, você quer ouvir a opinião de alguém conhecido. Nesse momento, a loja virtual oferece a você a possibilidade de postar no mural de seu facebook aquele item que você está prestes a comprar. Qual é a vantagem disso? Milhares de amigos seus poderão ver e opinar sobre aquele item, dizendo se ele está com um bom preço, se funciona legal… Para o consumidor uma garantia de que estará realizando a melhor compra, mas e para o a loja?

Muito se tem falado em s-commerce ou comércio eletrônico nas redes sociais. Alguns especialistas em marketing digital apontam o s-commerce como uma nova tendência e, mais uma vez, diversas empresas se lançam, muitas vezes de maneira impensada, às redes sociais em busca de mais consumidores. Entretanto, criar opções que possibilitem ao usuário interagir com um produto ou serviço por meio das redes sociais exige um trabalho permanente de monitoramento e, sobretudo, investimento.

Não basta apenas colocar um botão permitindo ao usuário compartilhar um item da loja nas redes sociais. Muitas empresas que aderiram ao comércio na redes sociais estão investindo pesado na criação de ferramentas para integrar até mesmo a loja física, às redes sociais. E, como até o momento eu tenho visto muitos artigos falando vagamente sobre o que é s-commerce, decidi mostrar, por meio de alguns casos, como está funcionando o s-commerce.
A Polyvore é uma espécie de comunidade onde mulheres montam seu estilo e podem não apenas compartilhar sua página no facebook, como também, comprar os itens que utilizaram para montar o estilo;

Belgian magazine Flair lançou um aplicação no facebook denominada fashiontag. Ela permiter colocar tags em roupas, nas fotos de seus amigos, e perguntá-los onde eles as compraram.

A Amazon desenvolveu uma aplicação que permite ao usuário logar na loja através do facebook. A vantagem do aplicativo é que a loja oferece produtos de acordo com os perfis dos usuários, alerta para o aniversário de amigos e sugere presentes de acordo com o gosto dos mesmos.

Visa’s RightCliq é uma loja online que oferece uma aplicativo onde é possível salvar suas opções de compra e compartilhá-las nas redes sociais para que seus amigos possam opinar.

A loja da Diesel, na Espanha, instalou câmeras nos provadores que permitem ao cliente bater fotos com as roupas que estão experimentando e compartilhar as fotos em tempo real no facebook para que seus amigos possam opinar sobre a compra.

A Disney criou um aplicativo no facebook que permite usuáriosque compraram ingressos para um espetáculo, postar em seu mural informações sobre o espetáculo e convidar seus amigos para ir ao mesmo.

Bom, esses são apenas alguns exemplos que, espero eu, possam esclarecer o que realmente é o s-commerce e como ele tem sido praticado lá fora. Se alguém tiver exemplos de como ele feito aqui no Brasil, poste um comentário aqui!

Mídias sociais

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