O Brasil está prestes a fechar mais um ano recorde no comércio eletrônico. Segundo projeções da ABComm, o setor deve ultrapassar R$258 bilhões em faturamento em 2026, um crescimento de aproximadamente 10% sobre 2025. São quase 97 milhões de compradores fazendo mais de 457 milhões de pedidos, com ticket médio girando em torno de R$565.
O número é grande. Mas o que ele realmente significa para quem tem uma loja virtual?
Significa que o bolo está crescendo, só que quem vai comer a fatia maior não é necessariamente quem já está no mercado há mais tempo. É quem está estruturalmente pronto para receber esse volume novo de demanda.
Conteúdo da página
ToggleO crescimento não é mais só sobre tráfego
Durante anos, crescer no e-commerce brasileiro foi sinônimo de gastar mais em anúncios. Hoje esse caminho ficou mais caro e menos eficiente. O que está puxando o crescimento em 2026 é outra coisa: inteligência artificial aplicada à jornada de compra, personalização em tempo real, atendimento via WhatsApp e um consumidor que decide majoritariamente pelo celular (quase 8 em cada 10 compras online acontecem via smartphone).
Ou seja: o tráfego pode até chegar. A pergunta é se a sua loja consegue transformar essa visita em venda, e depois em recompra.
Aqui entra um viés bem conhecido do comportamento do consumidor: as pessoas evitam com muito mais força uma experiência ruim do que buscam ativamente uma boa. Um checkout lento, uma busca que não entende o que o cliente digitou, uma loja que não carrega bem no celular: cada um desses pontos de atrito custa uma venda que já estava praticamente fechada. Em um mercado que vai movimentar R$258 bilhões, esse tipo de perda deixa de ser um detalhe e passa a ser dinheiro real saindo pela porta.
O que muda para quem vende online
Algumas mudanças estruturais estão remodelando o setor neste ciclo:
Mobile deixou de ser prioridade e virou padrão. Uma loja que não é rápida e fluida no celular está brigando pelos 12% do tráfego que ainda usa desktop, ignorando os outros 79%.
IA já influencia decisão de compra. De recomendação de produtos a busca inteligente, lojas que usam dados para personalizar a experiência convertem mais e fidelizam melhor do que quem trata todo visitante da mesma forma.
O WhatsApp virou canal de vendas, não só de suporte. Confirmação de pedido, recuperação de carrinho, recompra: cada vez mais isso acontece dentro do WhatsApp, não só por e-mail.
Plataformas legadas custam caro em oportunidade perdida. Lojas rodando em estruturas antigas, lentas ou mal configuradas simplesmente não aguentam o ritmo de um mercado que vai crescer dois dígitos de novo.

Estar pronto não é sobre ter uma loja. É sobre ter a loja certa
Existe uma diferença grande entre “ter uma loja virtual” e “estar pronto para vender R$258 bilhões de mercado”. A primeira é só existir. A segunda exige uma base técnica sólida: plataforma rápida, estrutura preparada para picos de tráfego, integração real com WhatsApp e ferramentas de IA, e um checkout que não perde venda por fricção.
É exatamente aqui que a Bertholdo atua há mais de 25 anos: migrando e estruturando lojas em WooCommerce e Magento para que elas aguentem o crescimento do mercado, e não fiquem para trás nele. Como primeira agência certificada WooCommerce do Brasil e parceira oficial da Automattic, o time já entregou mais de 1.100 projetos de e-commerce, sempre com equipe própria (sem freelancer) e prazo combinado que não atrasa.
Como a capacidade mensal de projetos de migração é limitada (o time trabalha com um número real de vagas por mês, não é discurso de vendas), quem espera o pico de fim de ano chegar para agir geralmente entra na fila tarde demais.
Se o mercado vai crescer R$258 bilhões em 2026, a pergunta não é se vale a pena se preparar. É se a sua loja vai estar pronta a tempo de aproveitar esse crescimento, ou vai continuar vendo ele passar.
Quer saber se a sua loja está pronta para esse cenário? Fale com o time da Bertholdo pelo WhatsApp e entenda o que precisa ser ajustado antes que a demanda chegue.








