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Tipos de e-commerce no Brasil: entenda as diferenças

Há vários tipos de e-commerce no Brasil, sendo fundamental essa compreensão para o bom andamento de um negócio online. Conheça as diferenças!

Os tipos de e-commerce no Brasil são muitos e, saber distingui-los é algo essencial, de forma que lojistas se posicionem de forma correta em uma mercado altamente competitivo, e que cresce a cada dia.

Comprar online é uma tendência que ganhou força nos últimos anos, e a perspectiva é de que continue crescendo nos próximos. Para se ter uma ideia, de acordo com o índice MCC-ENET, em comparação ao primeiro semestre de 2021, o comércio eletrônico teve uma alta de 12,59%.

Por isso, é cada vez mais importante que a sua loja esteja presente nesse meio. Contudo, primeiro, é preciso entender em que modalidade o seu negócio se enquadra, pois assim será possível elaborar um plano de ação eficiente e se posicionar de forma correta em um mercado altamente competitivo.

Ficou difícil? Não se preocupe! Neste conteúdo, vamos abordar esse tema, explicando quais são os principais tipos de e-commerce, citando exemplos e tornando essa compreensão prática e acessível para todos. Vamos lá?

O que é um e-commerce?

O e-commerce é o processo de compra e venda que acontece por meio das lojas virtuais. Se você já fez compras na internet, pôde vivenciar a experiência do comércio eletrônico. Por meio dessa modalidade de negócios, é possível adquirir produtos em geral e serviços, como pacotes de internet e telefonia, cursos e consultorias, entre outros.

Desde a divulgação até o pagamento, tudo é feito de forma online. A única parte física é o processo logístico, que inclui a movimentação da mercadoria no estoque e o transporte até o consumidor.

Tipos de e-commerce no Brasil

Como é o funcionamento de um e-commerce?

Imagine as lojas físicas de um shopping center ou outro centro comercial. Os produtos ficam expostos em vitrines, muitas vezes acompanhados de informações importantes, como o preço. A divulgação dessas lojas e seus produtos é feita de diversas formas, como panfletagem, outdoors, anúncios etc.

No comércio eletrônico, essa vitrine é a loja online. Nela, é possível encontrar os produtos e as suas respectivas informações, colocá-los em um carrinho virtual, finalizar a compra, realizar o pagamento e aguardar a entrega. O produto pode ser enviado diretamente para a casa do cliente, retirado em pontos físicos ou, no caso de produtos digitais — como jogos e livros eletrônicos —, recebido em poucos minutos.

Quanto à divulgação, também pode ser feita completamente online, por meio do Marketing Digital. Na internet, poder contar com esse recurso é uma vantagem bastante especial para quem tem ou deseja ter uma loja virtual. Isso porque o Marketing Digital permite segmentar as suas estratégias de atração especificamente para o seu público-alvo, algo um pouco mais difícil de realizar no comércio físico.

Dessa forma, fechar negócios se torna um processo mais simples e rápido. Consequentemente, as vendas aumentam exponencialmente, entre diversos outros benefícios.

Quais são os tipos de e-commerce no Brasil?

No mercado virtual, existem e-commerces classificados em diferentes categorias. Algumas delas são mais populares, como o B2B e o B2C, enquanto outras são um pouco mais complexas.

Conhecer cada uma é importante para entender as estratégias que melhor funcionam para a sua empresa, ajudando a conquistar uma posição de destaque em um meio de vendas tão concorrido. Confira!

Business-to-Business (B2B)

O B2B é um e-commerce que comercializa bens ou serviços entre empresas. Como exemplo, podemos citar a Bertholdo, que disponibiliza várias soluções para lojistas virtuais.

Business-to-Consumer (B2C)

Esse tipo de e-commerce é o mais utilizado e conhecido, já que há uma relação comercial estabelecida entre empresas e consumidores finais. Alguns exemplos são: Lojas Americanas, Netshoes e outros varejistas.

Loja virtual sob Medida com agilidade e mensalidade acessível

Consumer to Business (C2B)

Nessa modalidade inspirada no crowdsourcing, os consumidores disponibilizam produtos e serviços para empresas.

É importante entender que “consumidor” se refere a uma pessoa física, ou seja, que não tem um CNPJ aberto, mas que vende serviços ou produtos. É esse o caso de alguns freelancers, como designers, redatores, programadores, fotógrafos, profissionais de marketing etc.

Muitos desses profissionais oferecem sua mão de obra — ou mesmo produtos prontos, como fotografias — em plataformas como o Shutterstock, banco de imagens muito utilizado por empresas de comunicação.

Consumer-to-Consumer (C2C)

O C2C também está ganhando cada vez mais adeptos. Esse modelo consiste em transações de bens e serviços entre consumidores finais. Um exemplo é o Airbnb, em que um local oferece experiências e acomodações para turistas.

Business-to-Administration (B2A)

Aqui, falamos de um setor burocrático e, por isso, conhecido por pessoas de áreas específicas. Também chamado de Business-to-Government (B2G), o B2A é responsável por transações feitas entre empresas e administração pública. Sendo assim, foca em serviços fiscais, segurança pública, registros e outros.

Consumer-to-Administration (C2A)

Parecido com o B2A, o C2A é focado em transações entre pessoas e administração pública. Um exemplo comum é um advogado que presta serviços para uma empresa do setor público.

Direct to Consumer (D2C)

Já ouviu falar em produtos a preço de fábrica? O D2C é a modalidade responsável por esse tipo de venda. Nele, a relação entre a indústria e o consumidor é direta, ou seja, o produto não é comprado pelas lojas para ser vendido ao consumidor final posteriormente.

A grande vantagem desse processo é a possibilidade de redução do preço, uma vez que não estão acrescidos os lucros do lojista no valor final, tornando o produto mais acessível e aumentando as vendas.

Peer to Peer (P2P)

Uma das modalidades menos reconhecidas como uma forma de negócios é o P2P. Nela, pessoas comuns podem disponibilizar documentos, músicas, vídeos, arquivos e vários outros tipos de produtos a outras pessoas, como ocorre no 4Shared.

Configura-se como um negócio porque é possível monetizar o acesso a essas peças, cobrando assinaturas ou pagamentos individuais.

Tipos de e-commerce: B2B ou B2C

M-Commerce

Fique de olho no M-Commerce, já que ele é essencial para o sucesso de um negócio nos dias de hoje. Basicamente, ele é voltado para negociações e vendas em um dispositivo móvel, como smartphones e tablets.

S-Commerce

O social commerce utiliza as redes sociais para atrair e efetivar vendas. Um exemplo é o Instagram, que lançou a facilidade em sua plataforma. Vale a pena ficar atento também a essa opção!

T-Commerce

Por fim, o T-Commerce é a modalidade de comércio televisivo, ou seja, que usa a TV Digital para realizar a venda de produtos apresentados em programas específicos.

Como você pôde conferir, existem diferentes tipos de e-commerce no Brasil, e cada um deles tem as suas especificidades. Por isso, é importante avaliar com cuidado a realidade do seu negócio, o seu público-alvo e o tipo de produto ou serviço que você oferece para garantir o sucesso nas vendas.

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