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E-commerce 2024: O que é? Tendências e Exemplos

Um guia completo para iniciantes e empreendedores que desejam mergulhar no mundo do comércio eletrônico.

E-commerce, ou comércio eletrônico, são as transações comerciais de produtos e serviços realizadas pela internet, utilizando dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores, tablets e smartphones.

Se você quer apenas saber o que é e-commerce, deixamos a definição logo acima. Porém, se você trabalha com vendas, marketing ou outras áreas afins, precisa estar alinhando com as tendências do mercado. E uma das principais é a migração das relações e transações comerciais para o meio digital utilizando o e-commerce.

Pode até parece óbvio, mas será que você realmente sabe tudo sobre e-commerce? Sabe a diferença entre e-commerce e loja virtual? Quais os passos para abrir seu e-commerce? Quais os tipos e as principais tendências para 2024?

Não se engane em pensar que essa é uma dúvida boba e pouco recorrente. Afinal, mergulhar no superficial é bem comum nos dias atuais e, aqui, o papo será diferente!

Elaboramos um guia completo sobre E-commerce para sanar todas as dúvidas e compartilhar várias dicas e sacadas para quem quer iniciar no mundo das vendas online.

Neste post você vai aprender:

O que é e-commerce?

O termo e-commerce (ou “comércio eletrônico” em português) é a comercialização de produtos e serviços pela internet, onde as transações são realizadas via dispositivos eletrônicos, como computadores e smartphones.

Esse tipo de comércio pode contar com diversos canais de vendas. O mais conhecido é a loja virtual. Porém, também temos outros, como marketplaces, vendas nas redes sociais e até vendas por e-mail marketing.

Embora seja uma ferramenta popular nos dias de hoje, muitas pessoas, blogs e até a imprensa ainda não sabem a definição correta e tratam o termo e-commerce como sinônimo de loja virtual. Isso já se provou ser um grande equívoco, tendo em vista que uma coisa não é a mesma que a outra.

É válido frisar que a expressão e-commerce se diferencia do termo “loja virtual”, uma vez que o segundo conceito se refere ao website (ou plataforma de e-commerce) em que os clientes adquirem os produtos, ou seja, é um dos canais do e-commerce. No entanto, existem outros, como citado anteriormente.

No universo do e-commerce, a criação de um site é só o começo. É um empreendimento que vai muito além, caracterizando-se pela sua estrutura digital.

O e-commerce digitaliza de forma completa dois processos essenciais: venda e atendimento ao cliente. A partir dessa base, abre caminho para outras automações, como marketing, controle financeiro e gestão de estoque.

Essa abordagem simplifica e acelera a gestão em diversas áreas. No entanto, vale ressaltar que também coloca um foco estratégico significativo na logística. É uma via de mão dupla: eficiência ampliada, mas também desafios estratégicos intensificados.

O que é e-commerce?

Como funciona o e-commerce?

Como funciona a estrutura de um e-commerce? Basicamente, a roda gira da seguinte maneira: exposição de produtos, pagamento (concretização da venda) e entrega de mercadorias. No meio disso, existem processos que vão do marketing e atendimento inicial, passando pela logística de envio e pós-venda. Ufa!

Vamos ver um pouco mais sobre cada uma dessas etapas que fazem um e-commerce acontecer?

Em uma loja virtual ou marketplace, os produtos estão anunciados em páginas, que funcionam como vitrines. Nele, fotos dos produtos e vídeos são comuns. Também são apresentadas as especificações técnicas e características como peso, dimensões e preço.

O cliente, então, pode adicionar um produto ao carrinho e continuar comprando ou seguir para o pagamento. Na hora de pagar, ele deve fazer um breve cadastro ou fornecer informações básicas, como nome, CPF e endereço de entrega. Dependendo do local, há a cobrança de frete, que é incluída à parte do preço.

A escolha da forma de pagamento vem em seguida. Ao optar pelo cartão de crédito ou débito, as informações são transmitidas por uma rede segura, de modo a evitar fraudes. Depois, o cliente só precisa esperar para receber o pedido no lugar desejado.

Qual a diferença entre e-commerce e loja virtual?

Descubra a real diferença entre e-commerce e loja virtual! Vamos simplificar: o e-commerce vai além do site de vendas, envolvendo todos os processos comerciais. Já a loja virtual é uma parte crucial do e-commerce, mas não é o pacote completo.

Ao contrário do que alguns pensam, a loja virtual não é o único canal de vendas. Redes sociais, e-mail marketing e outros são meios de divulgação que direcionam os usuários para a loja. Fique ligado nessa distinção para impulsionar sua estratégia de comércio online!

O vídeo abaixo explica a diferença entre Loja Virtual e E-commerce. Também apresenta dicas valiosas para quem deseja começar do zero. Assista e confira:

Qual a diferença entre e-commerce e marketplace?

Desvendando o mistério: e-commerce versus marketplace! Entenda de uma vez por todas: o marketplace é uma vertente do e-commerce, mas com um toque especial – a loja virtual não é própria.

No universo do marketplace, várias empresas se encontram em uma plataforma única para vender seus produtos. Essa plataforma não só facilita o processo de pagamento, mas também assume parte da responsabilidade pela entrega e qualidade do produto.

Para os lojistas, o marketplace é um caminho mais simples. A estrutura já está pronta, é só se cadastrar e começar a colocar os produtos no catálogo. Descomplica, né?

Principais plataformas de Marketplace no Brasil

Confira uma lista com os marketplaces mais utilizados no Brasil:

  • Mercado Livre: líder no Brasil, o Mercado Livre é um marketplace abrangente, oferecendo desde produtos novos até usados. Além da diversidade, destaca-se pela integração com diversos meios de pagamento e logística.
  • B2W Digital: a B2W Digital reúne gigantes como Americanas, Submarino e Shoptime. Com ampla variedade de categorias, é uma plataforma consolidada que se destaca pela presença forte no varejo online.
  • Magazine Luiza: expandiu sua presença online e se tornou um marketplace relevante. Oferece produtos de diversas categorias, proporcionando aos vendedores uma ampla visibilidade.
  • OLX: reconhecida como uma plataforma de anúncios classificados, a OLX se tornou um espaço relevante para a compra e venda de produtos usados. A diversidade de itens disponíveis é impressionante.
  • Amazon: com uma presença global, a Amazon consolidou sua posição no mercado brasileiro. Seu marketplace oferece uma extensa gama de produtos, destacando-se pela eficiência logística e pela confiança que a marca inspira.

As principais tendências para o e-commerce em 2024

Adentrando no universo dinâmico do comércio eletrônico, identificamos sete tendências que delineiam o caminho do sucesso para os players do e-commerce. Se você busca estar à frente no cenário do e-commerce, essas tendências são as bússolas que apontam para o futuro do varejo digital.

  1. Experiência do Usuário Aprimorada: foco na facilidade e satisfação do cliente durante a jornada de compra.
  2. Compras por Dispositivos Móveis: crescimento contínuo das transações móveis, exigindo plataformas otimizadas.
  3. Personalização e Recomendações Inteligentes: Utilização de algoritmos para oferecer ofertas personalizadas com base no histórico do cliente.
  4. Pagamentos Digitais e Criptomoedas: Aceitação de métodos de pagamento digitais diversificados e exploração de criptomoedas.
  5. Sustentabilidade e Responsabilidade Social: Integração de práticas sustentáveis e ações sociais para atrair consumidores conscientes.
  6. Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV): Oferta de experiências imersivas para visualização de produtos antes da compra.
  7. Logística Inteligente e Entregas Rápidas: Investimento em eficiência logística, rastreamento em tempo real e parcerias estratégicas para entregas ágeis.

O que é E-commerce? Quais as tendências em 2024?

Como surgiu o e-commerce?

Antigamente, o único jeito de fazer compras era de maneira física, ou seja, ir a uma loja, escolher o produto e sair com ele. Entre as décadas de 1980 e 1990, o comércio por telefone e o catálogo apareceram. As pessoas faziam os seus pedidos à distância e esperavam um tempo razoável até recebê-los.

Foi em 1979 que Michael Aldrich criou o “shopping on-line”, isto é, o primeiro sistema de processamento de transações on-line entre empresas e consumidores (B2C) e entre empresas (B2B). Com a popularização da internet na segunda metade da década de 1990, o comércio eletrônico começou a operar de forma semelhante ao que acontece atualmente.

A internet chegou no Brasil durante a década de 1990 e ganhou força, proporção e alcance principalmente no final dos anos 2000 e começo de 2010. As pessoas passaram a se comunicar e logo se interessaram pelas compras por meio on-line.

A partir de 1995, o comércio eletrônico deixou de ser tendência e se tornou uma realidade sólida. Nos últimos anos, inclusive, tem se desenvolvido a passos largos em todo o mundo e ajudado empresas a fidelizarem seus clientes ainda mais.

E-commerce no Brasil

Não é segredo que, ao longo dos anos, o varejo se transformou junto com os clientes. Hoje, as pessoas buscam novas formas de consumir e prezam muito por praticidade e segurança. Comprar pela internet se tornou um hábito cada vez mais comum entre os consumidores.

Em 2022, o e-commerce brasileiro registrou um marco histórico ao atingir um faturamento recorde de R$ 262 bilhões, representando um crescimento de 1,6% em comparação com o ano anterior, que totalizou R$ 258,5 bilhões. Esses dados foram compilados pela Nielsen|Ebit.

A análise revela que o comércio eletrônico no Brasil experimentou estabilidade, destacando um aumento significativo de 7,9% no número de pedidos. Paralelamente, houve uma queda de 7,5% no ticket médio. Essa dinâmica resultou em um equilíbrio notável na “balança” do setor, indicando uma tendência de maior volume de transações, embora com um valor médio por pedido menor. Esses indicadores sugerem que, mesmo com ajustes no comportamento de compra dos consumidores, o e-commerce brasileiro manteve um desempenho robusto em 2022.

Verificando os números dos últimos anos, podemos confirmar a tendência de crescimento do e-commerce. Impulsionado pela pandemia, o mercado de e-commerce brasileiro cresceu 41% em 2020, faturando 87,4 bilhões de reais, de acordo com os dados da pesquisa Webshoppers conduzida pela consultoria Ebit/Nielsen.

O comércio eletrônico brasileiro também registrou recorde de faturamento em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% comparado ao ano anterior. O número de pedidos atingiu 353 milhões, aumentando 16,9% , conforme levantamento da Neotrust.

Em 2021, as vendas pela internet representaram 12% do faturamento do varejo brasileiro. Esse percentual quebrou recordes históricos. Em janeiro de 2018, a penetração do e-commerce era de apenas 4,7%

Usar a internet como canal de vendas e relacionamento com os clientes do seu negócio pode ser uma estratégia bastante lucrativa. Aliás, essa modalidade de venda vem sendo amplamente empregada por comércios do Brasil e do mundo.

Quais são os tipos de e-commerce?

Depois de entender o que é e-commerce, é o momento de pensar nos tipos existentes.

Descubra os diferentes tipos de e-commerce e como eles podem impulsionar seu negócio!

Quando se trata de e-commerce, há uma variedade de tipos para explorar. Vamos mergulhar neles:

  1. Business to Consumer (B2C): Esse é o e-commerce de varejo clássico, onde empresas vendem diretamente para os consumidores finais. Pense em comprar roupas online ou reservar um serviço de entrega de comida.
  2. Business to Business (B2B): Aqui, as transações ocorrem entre empresas. Isso pode envolver a venda de matérias-primas, software empresarial ou serviços de consultoria.
  3. Consumer to Consumer (C2C): É quando os consumidores vendem produtos ou serviços uns para os outros. Sites de leilão e plataformas de revenda, como o eBay e o Mercado Livre, são exemplos disso.
  4. Consumer to Business (C2B): Os consumidores oferecem produtos ou serviços para empresas. Por exemplo, um influenciador digital oferecendo seus serviços de marketing para uma marca.
  5. Business to Employee (B2E): Neste modelo, as empresas vendem exclusivamente para seus próprios funcionários. Isso pode incluir descontos em produtos ou benefícios especiais para funcionários.
  6. Direct to Consumer (D2C): Aqui, os fabricantes vendem diretamente aos consumidores finais, eliminando intermediários. É comum em setores como moda e beleza.
  7. Consumer to Administration (C2A): Os consumidores interagem diretamente com a administração pública para transações comerciais, como pagamento de impostos online ou renovação de licenças.
  8. Business to Administration (B2A): Empresas fornecem produtos ou serviços para entidades governamentais ou órgãos administrativos. Isso pode incluir contratos de fornecimento de equipamentos para escolas ou hospitais.
  9. Mobile Commerce (M-Commerce): Aqui, as vendas ocorrem exclusivamente em dispositivos móveis, como smartphones e tablets. É perfeito para compras rápidas e fáceis em movimento.
  10. Social Commerce (S-Commerce): Este tipo de e-commerce é facilitado por redes sociais, onde os produtos são vendidos diretamente através das plataformas. É uma maneira poderosa de alcançar clientes por meio de interações sociais.
  11. Facebook Commerce (F-Commerce): O F-commerce envolve a venda direta através do Facebook, seja por meio de páginas comerciais, grupos de compra e venda ou anúncios patrocinados.
  12. Chat Commerce (C-Commerce): Este modelo envolve colaboração entre usuários para comprar, vender ou contratar serviços por meio de plataformas de mensagens instantâneas ou chats online.
  13. Television Commerce (T-Commerce): As vendas ocorrem por meio de programas de TV digital, onde os espectadores podem comprar produtos ou serviços apresentados no programa.
  14. Subscription Commerce: Este modelo de negócio se baseia em assinaturas, onde os clientes recebem produtos regularmente em troca de uma taxa periódica. É popular para produtos como caixas de assinatura mensal.
  15. Infoprodutos: Aqui, são vendidos produtos digitais, como e-books, cursos online e outros materiais educacionais. É uma ótima maneira de monetizar conhecimento e experiência.
  16. Dropshipping: Neste modelo, os vendedores não mantêm estoque próprio, mas enviam produtos diretamente do fornecedor para o cliente após a compra. É uma maneira de iniciar um negócio de e-commerce com baixo investimento inicial.

Explorar esses diferentes tipos de e-commerce pode ajudá-lo a encontrar a melhor estratégia para o seu negócio e alcançar o sucesso online!

Quais são as vantagens do comércio virtual?

Vender pela internet é vantajoso, em primeiro lugar, porque é possível diminuir custos. Você não precisa, necessariamente, manter uma loja física — basta ter um ambiente para estocar produtos e despachar os pedidos. O investimento para montar uma loja virtual é consideravelmente inferior ao necessário para um loja física em um bom ponto comercial, como um shopping por exemplo.

Também é uma forma de ficar atualizado com as novas necessidades e de gerar conforto para os clientes. Para melhorar, todos os resultados podem ser analisados, como o número de visualizações de um produto ou abandono de carrinho, e usados para orientar futuras decisões. Como consequência, há uma conquista de competitividade em relação aos concorrentes.

Loja virtual sob Medida com agilidade e mensalidade acessível

Qual é a estrutura de um e-commerce?

A plataforma de e-commerce é a estrutura básica da loja virtual. A escolha é fundamental para o bom funcionamento do seu e-commerce. Para entender melhor sobre essa importância, confira dicas e sacadas exclusivas sobre o segredo para escolher sua plataforma de e-commerce.

Confira também, no Podcast Papo de Loja, o perigo oculto na plataforma de e-commerce garibada.

O cadastro de produtos é outro fator essencial na estrutura de qualquer negócio online. Uma loja virtual não possui algumas vantagens que o comércio físico apresenta, como tocar os objetos, experimentá-los e sentir cheiros. Tudo é feito por meio de fotos e descrições, então prepare a sua vitrine online com imagens bem produzidas e que mostram todos os detalhes do que está à venda.

Já o texto de apresentação de cada produto deve levar em conta as principais características como material, tamanho e marca, por exemplo. O consumidor não pode ficar com dúvidas, sob pena de migrar para a loja do concorrente. A descrição também é fundamental para que a página apareça no ranking do Google.

Processo de venda

A partir do momento em que a loja virtual disponibiliza produtos à venda, é necessário estar preparado para a conversão. Nesse momento, é preciso pesquisar e saber quais são os melhores meios de pagamento para a loja virtual.

Você, com certeza, vai ler por aí que oferecer muitas opções para o seu cliente é a melhor maneira de não perder vendas. Isso é uma verdade, mas precisa ser analisada, afinal cada negócio possui as suas particularidades. Comparar custos e benefícios é essencial.

Por aqui, indicamos que a loja virtual ofereça, pelo menos, duas bandeiras de cartão de crédito e outra alternativa como boleto ou transferência bancária. Separamos alguns posts que vão te ajudar a entender mais sobre isso:

A entrega também faz parte do processo de venda, dessa maneira, priorizar a logística e o acompanhamento dessa etapa é requisito básico  para a operação de um e-comemrce. Em relação a isso, uma opção para os iniciantes é o dropshipping, onde a venda é feita a partir de estoque e logística de envio de terceiros.

Atendimento ao consumidor

O atendimento ao consumidor é um dos principais fatores de fidelização. De acordo com o Sebrae, mais de 65% da receita de uma empresa vem de clientes da base. Os outros 35% restantes são provenientes de novos clientes.

Por isso, empresas de e-commerce investem em marketing digital e buscam criar laços com o seu público. Muitas fazem isso por meio de posts nas redes sociais, blog, e-mail marketing e, até mesmo, mensagens via WhatsApp. Ações simples como dar desconto no dia do aniversário já aproximam o consumidor da sua loja virtual. Aqui, separamos outras ideias para cupons de descontos.

Todas as dicas acima funcionam para o pré-vendas e também pós. Ambos fazem parte do SAC de um e-commerce. Focar em bom atendimento é um caminho certo e muitas pesquisas mostram isso. Uma das provas é o estudo divulgado pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, que mostrou que para 61% dos consumidores brasileiros, o bom atendimento é mais determinante do que o preço e do que a qualidade dos produtos na hora de decidir por uma compra. Para saber mais sobre SAC, receba o nosso livro digital gratuitamente em seu e-mail.

Saiba como criar sua loja virtual

Descubra as estrelas em ascensão do e-commerce brasileiro!

A pesquisa da AAA Inovação revelou que a Shopee liderou o ranking, com um incrível crescimento de cerca de 2.000% em relação a 2020. Isso a colocou em destaque, capturando quase 5% do mercado nacional de comércio virtual, conforme apontado pelo Goldman Sachs.

Mas os astros locais também brilharam! As Casas Bahia surpreenderam com um aumento de 113% no mesmo período. E não para por aí! Magazine Luiza, Samsung, Extra e Amazon Brasil mostraram um desenvolvimento sólido, ultrapassando os 50%. Americanas, Aliexpress e Mercado Livre não ficaram para trás, registrando desempenhos de 36%, 33% e 12%, respectivamente.

Lembrando que esses números não refletem necessariamente a participação total de mercado, mas indicam a movimentação do público na direção desses players. Em um cenário dinâmico como o e-commerce, estar por dentro dessas tendências é chave para o sucesso!

Ranking de E-commerce: As 3 Maiores Lojas Virtuais do Brasil

Descubra quem está dominando o cenário do e-commerce brasileiro de acordo com o estudo sobre e-commerce da Conversion!

1. Mercado Livre (13,7% de Share): O gigante do comércio eletrônico, Mercado Livre, lidera o ranking com uma fatia significativa de 13,7% da audiência total. Sua plataforma diversificada e presença abrangente fazem dele uma escolha popular para compradores e vendedores, consolidando sua posição como o líder incontestável.

2. Amazon Brasil (7,8% de Share): A Amazon Brasil garante a segunda posição, conquistando uma fatia considerável de 7,8% da audiência do e-commerce. Conhecida por sua variedade de produtos e eficiência na entrega, a Amazon continua a atrair consumidores ávidos por uma experiência de compra confiável e conveniente.

3. Shopee (6,5% de Share): A Shopee, com 6,5% de share, fecha o pódio das maiores lojas virtuais do Brasil. Seu impressionante crescimento recente a tornou uma escolha popular, oferecendo uma plataforma intuitiva e promoções atrativas, conquistando a confiança dos consumidores em busca de ofertas imperdíveis.
Neste cenário competitivo, essas três potências do e-commerce brasileiro continuam a moldar e liderar o mercado digital, proporcionando aos consumidores uma variedade de opções e uma experiência de compra única.

Histórias de Sucesso no E-commerce Brasileiro

Confira duas histórias que demonstram o potencial do e-commerce para empresas de diferentes portes e segmentos. Com planejamento, foco no cliente e investimento em tecnologia, é possível alcançar o sucesso nesse mercado dinâmico e competitivo.

1. Netshoes:

Fundada em 2000 por dois amigos, a Netshoes começou como uma pequena loja virtual de calçados. Com foco em preços competitivos, variedade de produtos e bom atendimento ao cliente, a empresa rapidamente se tornou líder no mercado de e-commerce de artigos esportivos.

Em 2019, a Netshoes foi adquirida pela Magazine Luiza por R$ 3,7 bilhões, consolidando sua posição como um dos maiores players do varejo online brasileiro.

Fatores de Sucesso:

  • Investimento em marketing digital: A Netshoes foi pioneira no uso de marketing digital para atrair clientes, investindo em campanhas online e SEO.
  • Experiência de compra otimizada: A empresa oferece um site fácil de usar, com diversas opções de pagamento e entrega, além de um excelente atendimento ao cliente.
  • Ampliação do portfólio de produtos: A Netshoes expandiu seu portfólio para além de calçados, incluindo vestuário, acessórios e artigos para diversos esportes.
  • Inovação tecnológica: A empresa investe em tecnologia para aprimorar a experiência do cliente, como chat online, personalização de produtos e realidade virtual.

2. O Boticário:

Fundada em 1977, a empresa tradicional de cosméticos iniciou sua operação online em 2000. O e-commerce da marca se tornou um dos maiores do país, oferecendo uma ampla variedade de produtos, promoções exclusivas e serviços personalizados.

Em 2021, o e-commerce do Boticário representou 27% das vendas totais da empresa, demonstrando a importância do canal online para o seu crescimento.

Fatores de Sucesso:

  • Integração entre canais de venda: O Boticário oferece uma experiência omnichannel, permitindo que os clientes comprem online e retirem seus produtos nas lojas físicas.
  • Conteúdo relevante: A empresa investe na criação de conteúdo de qualidade para atrair e fidelizar clientes, como blogs, tutoriais e vídeos sobre beleza.
  • Utilização de dados: O Boticário utiliza dados de seus clientes para personalizar a experiência de compra e oferecer produtos e serviços relevantes.
  • Investimento em logística: A empresa investe em uma logística eficiente para garantir entregas rápidas e seguras.

Vantagens do comércio virtual

Quais são as dúvidas mais comuns sobre e-commerce?

Se mesmo ao chegar até aqui você ainda tem alguma dúvida sobre esse modelo de negócio, pode ser que ela esteja entre as perguntas abaixo. Todas elas foram respondidas de forma prática, para que ninguém saia deste conteúdo com incertezas em relação ao assunto. Veja só!

Por que eu preciso de uma plataforma de e-commerce?

A plataforma de e-commerce é o sistema web que vai gerenciar todas as operações do seu negócio, além da visualização da sua loja virtual na internet. Você precisa de uma boa plataforma que atenda às necessidades do seu negócio e que inclua, pelo menos, uma camada de apresentação (responsável pelo visual do site) e outra camada de código-fonte com banco de dados (encarregada do armazenamento de todas as suas informações).

Quais as funcionalidades de uma loja virtual?

A loja virtual deve conter algumas funcionalidades básicas para operar sem problemas, como cadastro de produtos, preços e promoções, controle de estoque, disponibilização de meios de pagamento, gestão de frete e envio de pedidos e análise de relatórios operacionais — que são essenciais para a gestão do seu negócio.

O que é um serviço de hospedagem?

Quando você cria sua loja virtual, ela precisa ficar hospedada em algum lugar, certo? Essa hospedagem acontece na rede, ou seja, seu e-commerce precisa de um espaço só seu na internet. O serviço de hospedagem, nesse sentido, pode ser com servidor dedicado, compartilhado ou em cloud server, isto é, na nuvem.

Quem administra a loja virtual? Qual o conhecimento necessário?

Já se foi o tempo em que a administração de um e-commerce dependia de uma equipe completa de especialistas. Hoje você pode fazer a maior parte das coisas por conta própria, já que os serviços são entregues com uma interface de fácil usabilidade. Aqui na Bertholdo, por exemplo, oferecemos suporte, consultoria, ferramentas e as estratégias necessárias para turbinar o seu e-commerce.

Quem faz o cadastro dos produtos no e-commerce?

O processo pode ser feito pelo próprio lojista ou administrador da loja virtual. Isso porque depende apenas de estratégia e cuidado na hora de cadastrar os produtos, com padronização, informações completas e corretas e, claro, imagens de qualidade e uma categorização que faça sentido dentro do e-commerce para o cliente.

Como é organizada a vitrine da loja virtual?

A plataforma de e-commerce é a sua verdadeira vitrine na internet. Por isso, é preciso ter uma visão estratégica na hora de montar a camada de apresentação da loja virtual, essencialmente composta por produtos e banners, por exemplo. A ideia é criar uma identidade harmônica e que não haja poluição visual, ou seja, excesso de informações, elementos e cores que podem confundir e espantar visitantes e potenciais compradores.

Como é organizada a vitrine da loja virtual?

Como o lojista é avisado sobre novas vendas?

Quando você conta com uma boa plataforma de e-commerce, ela vai contar com recursos automatizados que facilitam — e muito — o dia a dia da loja virtual. Um bom exemplo é o aviso de novas vendas, feito por e-mail. Assim, o lojista é notificado em tempo real para dar prosseguimento às etapas seguintes da venda.

Como o cliente pode acompanhar suas compras no E-commerce?

Assim que o cliente realiza a sua compra, a loja virtual também vai disparar um e-mail com as informações do pedido e os próximos passos. Todas elas também ficam armazenadas na camada de banco de dados da plataforma, de modo que o usuário consiga consultar o andamento da sua compra pela área de clientes do site. Além de passar segurança, esse acompanhamento faz com que o setor de atendimento não fique sobrecarregado.

Como integrar o estoque da loja física e da virtual?

As automações possíveis nos processos de um e-commerce ocorrem por meio da integração dos setores — como é o caso de um estoque que serve loja física e virtual. Isso é possível com um software de gestão, conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento de Recursos Empresariais). Ele organiza e automatiza as principais tarefas gerenciais, como o controle de estoque.

Como é feito o cálculo do frete?

O preço do frete pode prejudicar as vendas, por isso, ele deve ser calculado corretamente e ser um diferencial competitivo para seu e-commerce. Por isso, você pode incluir o valor no preço do produto e oferecer frete grátis, bem como fazer essa oferta em compras acima de determinado valor. Quando isso não for possível, ofereça de forma clara e objetiva as informações de prazos e preços — algumas plataformas fornecem essa funcionalidade para que o próprio cliente escolha a modalidade de frete a ser utilizado.

Como o lojista recebe o dinheiro das vendas?

Isso vai depender da forma de pagamento disponibilizada. Ele pode receber por meio de depósito bancário ou através de boletos. Em ambos os casos, o cliente quita o valor total do produto e, após a confirmação do pagamento, o pedido pode ser separado e postado. Quando o pagamento for por cartão, a loja recebe o valor da compra e o cliente, nesse caso, paga ao banco utilizado na transação (à vista ou parcelado no crédito).

A loja virtual precisa emitir Nota Fiscal?

Sim, precisa! A nota fiscal é o documento que demonstra a regularidade das vendas, então seu e-commerce também deve emiti-la a cada transação concluída. Além do não uso da nota implicar em crime de sonegação fiscal, ela garante direitos ao consumidor, sobretudo em situações de troca ou devolução.

Vale a pena também vender em marketplaces?

Tudo depende dos seus objetivos em relação ao negócio, porém, quanto mais canais de vendas, melhor, concorda? Logo, vale a pena trabalhar com loja virtual e marketplace de forma integrada. Ele é uma boa estratégia complementar de captação de clientes, principalmente por você contar com a credibilidade da marca no mercado.

Como divulgar os produtos do e-commerce e atrair clientes?

Fotos de qualidade e informações completas são essenciais, como você já sabe. No entanto, tudo isso deve ser visto! Então, para divulgar seus produtos, atrair e reter mais clientes é necessário contar com estratégias de marketing digital, por exemplo, sobretudo nas redes sociais. Também vale a pena nutrir um blog com conteúdos relevantes sobre sua área de atuação e manter o site do seu e-commerce sempre atualizado.

Ao entender melhor o que é e-commerce e quais são os tipos de plataforma, você notará que essa abordagem já faz parte da vida de muitos consumidores. Por esse motivo, considere adotá-la para gerar crescimento de receita ao seu empreendimento, combinado?

Quer aprender mais sobre o assunto? Confira nosso e-book sobre como vender na internet começando do zero!

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